quinta-feira, 11 de setembro de 2008

O primeiro sorriso, o primeiro olhar, a primeira palavra é sempre o que mais importa, o sentimento que se desenvolve, a cada segundo de uma vida que não tem limites, nem o céu, nem a terra, nem o mar, nada um dia me vai fazer dizer: ‘ me fizeste parar’ mas se um dia disser isso, não foi porque o mar ou o céu ou a terra me obrigou, mas porque alguém, um ser racional com sentimentos, me parou. Não sei se foi no tempo nãos ei se foi no espaço, não sei se foi num lugar. Num futuro a pretérito perfeito ou ate mais que perfeito. So saberei que aconteceu. Depois se me perguntares porque, vou-te responder que aconteceu, que é mais uma das muitas perguntas que envolve a terra sem reposta. Perguntas essas que dão lágrimas ou sorrisos. Que fazem uns acreditar e outros desesperar. São passagens. Passagens de uma vida. Uma vida que não tem sentido nem explicação. Como um hino que cantamos sem saber a letra. Ou uma canção que ouvimos no praia, e quando queremos saber que aconteceu a resposta é: ‘está dentro de ti, não perguntes aos outros o que é teu e não vês, porque se tu não queres ver, não é quem está á tua volta que vai ver.’ Quando o vento nos diz qual o caminho a percorrer. É uma estrada sem fim. Porque todas as estradas me levam a um lugar mas se continuar a caminho alcançará um mais além. E no fim ainda estarei com mais duvidas se cada segundo que passa é porque tem sentido, ou então é mais um segundo. Então deitar-me-ei na brisa a olhar para o passado e direi: ‘se cheguei até aqui , foi por algo. Não é desistindo agora que vou vencer.’ E então cada segundo que vier, viverei com o mesmo prazer do anterior.

by: life@

Um comentário:

Filipa Figueira disse...

Gostei! Tens jeito miúda! Continua!
F